Fernando, a tua história, em alguns aspectos, conversa com a minha. Influenciado, até (re)publiquei um texto de anos atrás sobre minha relação com os livros. Continue a nos compartilhar as tuas memórias, lembranças, ficções, invencionices ou que mais te der na telha!
Agradeço muito suas palavras, Rafael. Obrigado por ler com atenção. E sim, na medida do possível pretendo trazer mais dessas histórias mais particulares, em tom confessional.
Queria essa experiência de leitura para meus filhos, porque eu não tive essa oportunidade por precisar trabalhar desde cedo. Mas não é fácil brigar com os prazeres instantâneos das tecnologias de entretenimento atuais.
Que o seu romance possa alcançar o maior número de pessoas. O país precisa.
Identifiquei-me bastante com a tua história, estou nos meus trinta anos e tive praticamente as mesmas fases. E olha, como é inspirador ver alguém falar com o coracao. Embora eu tenha pego o outro caminho da bifurcação dos interesses e começado devorar ficção atrás de ficção desde criança (eu também divergi na questão da turma da Monica: tinha uma coleção considerável). Hoje, ainda estou escrevendo as histórias que quero deixar par ao mundo. Aprendi com o Gurgel, com o João filho, com muitos outros e espero, assim como você, trazer meus livros ao mundo em breve.
Fernando, a tua história, em alguns aspectos, conversa com a minha. Influenciado, até (re)publiquei um texto de anos atrás sobre minha relação com os livros. Continue a nos compartilhar as tuas memórias, lembranças, ficções, invencionices ou que mais te der na telha!
Agradeço muito suas palavras, Rafael. Obrigado por ler com atenção. E sim, na medida do possível pretendo trazer mais dessas histórias mais particulares, em tom confessional.
Queria essa experiência de leitura para meus filhos, porque eu não tive essa oportunidade por precisar trabalhar desde cedo. Mas não é fácil brigar com os prazeres instantâneos das tecnologias de entretenimento atuais.
Que o seu romance possa alcançar o maior número de pessoas. O país precisa.
Identifiquei-me bastante com a tua história, estou nos meus trinta anos e tive praticamente as mesmas fases. E olha, como é inspirador ver alguém falar com o coracao. Embora eu tenha pego o outro caminho da bifurcação dos interesses e começado devorar ficção atrás de ficção desde criança (eu também divergi na questão da turma da Monica: tinha uma coleção considerável). Hoje, ainda estou escrevendo as histórias que quero deixar par ao mundo. Aprendi com o Gurgel, com o João filho, com muitos outros e espero, assim como você, trazer meus livros ao mundo em breve.
Muito obrigado!